Estudantes da Universidade de Brasília (UnB) desenvolveram uma pulseira que permite ajudar quem sofre de diabetes.
A pulseira cruza dados como umidade e temperatura da pele do paciente, e assim, ela consegue detectar níveis de açúcar no sangue e, em caso de anomalia, envia um alerta para usuários cadastrados, como o pai ou acompanhante. A ideia é ajudar crianças, idosos e pessoas que nem sempre conseguem pedir ajuda.
No começo, eram usados processadores grandes e pesados. O trabalho foi evoluindo até colocar todas as informações necessárias em um conjunto de chips para que a pulseira fique confortável no braço do paciente.
Em fase final de teste, o projeto recebeu apoio de uma grande indústria de tecnologia. O projeto já recebeu 300 pedidos de encomendas na internet.
Segundo a professora Suélia Fleury, em um ano o equipamento deve estar disponível no mercado.
“Todo o material, todo o equipamento, toda inovação gerada para a saúde requer vários cuidados que fazem parte do protocolo. Esse protocolo está sendo seguido. A gente já está na etapa final”, afirmou.