A aguardada cinebiografia Michael, que chega aos cinemas em 2026, passou por um longo e complexo processo até finalmente sair do papel. O projeto, considerado um dos mais ambiciosos sobre a vida do Rei do Pop, enfrentou atrasos, mudanças criativas e questões legais que impactaram diretamente sua produção.
O desenvolvimento do longa começou ainda em 2019, quando os direitos da história foram adquiridos pelo produtor Graham King. Desde então, o filme passou por diferentes fases até ganhar forma definitiva sob direção de Antoine Fuqua.
Um dos principais motivos para a demora foi o tamanho do projeto. O primeiro corte do filme ultrapassava três horas e meia, exigindo um extenso trabalho de edição para chegar a uma versão mais enxuta e comercial.
Além disso, o roteiro sofreu alterações importantes por questões legais. Partes da história envolvendo acusações contra Michael Jackson foram removidas, o que obrigou a equipe a reestruturar a narrativa.
Outro fator que contribuiu para o atraso foi a paralisação de produções em Hollywood causada pela greve de atores e roteiristas em 2023, que impactou diretamente o cronograma das filmagens.
Mesmo com os desafios, o filme chega cercado de expectativa. A produção acompanha a trajetória do artista desde os tempos do Jackson 5 até o início de sua carreira solo, destacando sua ascensão meteórica e impacto na cultura pop mundial.
Com estreia marcada para abril de 2026, Michael promete dividir opiniões, mas já se consolida como uma das cinebiografias mais comentadas dos últimos anos.